Engenharia brasileira na crise climática: O que se pode fazer?

Engenharia brasileira está apta para resolver as crises, através de um plano de tratamento e reconstrução do patrimônio afetado

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A crise climática gerada pelo aquecimento global e pela falta de medidas preventivas atingiu completamente o Estado do Rio Grande do Sul semanas atrás e a região ainda corre riscos. E a pergunta que não quer calar: O que fazer agora para minimizar os danos catastróficos?

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Além disso, junto à mobilização da sociedade civil e de outros estados brasileiros, também há o empenho das autoridades municipais gaúchas.

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Sendo assim, agora, diante de novas tragédias que podem ocorrer no Rio Grande do Sul, o momento é para elaborar um plano de como evitá-los ou minimizá-los o máximo possível, para que elas não se repitam com maior frequência.

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Engenharia brasileira na crise climática

Contudo, é preciso destacar que a engenharia brasileira está apta para resolver as crises climáticas, através de um plano de tratamento e reconstrução do patrimônio afetado, além de estipular procedimentos para evitar novas catástrofes naquele e em outros locais do país. O Brasil possui engenheiros geotécnicos, geólogos, hidrólogos, florestais. Portanto, não é necessário importar entidades técnicas de outros países para equacionar e resolver tais problemas.

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De acordo com o Instituto de Geotécnica do Município do Rio de Janeiro, reconhecido internacionalmente pelas Medidas Preventivas e pelo Alerta Rio, também é considerado, internacionalmente, como um dos melhores do mundo, junto com o de Hong Kong.

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Papel da prefeituras de municípios afetados

Por sua vez, as prefeituras de municípios da maioria dos estados brasileiros, e notadamente as de regiões de baixadas e encostas, não possuem condições financeiras e nem técnicas para realizar os estudos, projetos e obras preventivas ou mitigadoras. Todavia, não adianta colocar culpa em prefeitos e até em governador, na maioria dos casos.

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Isso porque no passado, havia os departamentos Nacionais Operativos de Obras Contra Secas – DNOCS e de Obras de Saneamentos – DNOS, sediados em Brasília, com subsidiárias nas regiões de áreas mais necessitadas, como em baixadas e encostas.

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DNPMC

Segundo Francis Bogossian, que já foi Presidente do Clube de Engenharia, da ANE - Academia Nacional de Engenharia, que hoje tem entre seus membros titulares, o executivo catarinense Ernesto Heinzelmann, já havia proposto tempos atrás a criação de um Departamento Nacional de Prevenção e Mitigação de Catástrofes – DNPMC, que responderia a um ministério ou até à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (SEDEC).

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Portanto, a hora é agora para que o presidente Lula dê o aval, uma vez que poderá contar com o apoio técnico de entidades como o Clube de Engenharia – Brasil (1880), a Academia Nacional de Engenharia (ANE) e a Associação de Empresas de Engenharia.

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*Foto: Reprodução/https://www.instagram.com/p/C66-BCORhlA/

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Correio do Grande Recife